(...) Quando você perde alguém que você ama, e esse amor – essa pessoa – continua vivo(a), há então uma morte anormal.
Ando meio fatigado de procuras inúteis e sedes afetivas insaciáveis. Meu coração tá ferido de amar errado. Acho espantoso viver, acumular memórias, afetos.
É preciso estar distraído e não esperando absolutamente nada. Não há nada a ser esperado. Nem desesperado.
Tô exausta de construir e demolir fantasias. Não quero me encantar com ninguém.
Ah, então foi pra ele que eu dei meu coração e tanto sofri? Amor é falta de QI, tenho cada vez mais certeza.
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